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29ª Semana de Pedagogia

    A 29ª Semana de Pedagogia, promovida pelo Centro Acadêmico de Pedagogia da Faculdade de Educação (FACED/UFAM) e o NEPEPAM – Núcleo de Estudos e Pesquisas de Povos e Comunidades Tradicionais da Pan-Amazônia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), é um evento acadêmico de grande relevância que reúne profissionais, estudantes e pesquisadores da área da Educação para refletir sobre as múltiplas pedagogias que surgem da diversidade e da resistência amazônica.

Com o tema “Confluências Ancestrais: Educação nas Amazônias”, a edição deste ano propõe um espaço de diálogo, reflexão e troca de saberes sobre as múltiplas formas de educar, aprender e produzir conhecimento no território amazônico.

A programação inclui palestras, mesas-redondas, oficinas, apresentações culturais e relatos de experiências, promovendo o intercâmbio entre os saberes acadêmicos e as vivências tradicionais. Mais do que um encontro acadêmico, o evento reafirma o compromisso com a construção coletiva de uma formação crítica, valorizando a memória, as identidades e as ancestralidades que sustentam uma educação plural, inclusiva e socialmente justa nas Amazônias.

21, 22 e 23 de outubro de 2026

Faculdade de Educação - FACED

Universidade Federal do Amazonas

Setor Norte

De Ônibus:

616,125 e Integração UFAM (Final da Linha)

352 - Zona Norte/Zona Leste

De Aplicativo

Hall do IFCHS

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INSCRIÇÕES

Estudantes de Pedagogia UFAM e UEA: R$ 15,00

Público geral: R$ 20,00

SUBMISSÃO DE TRABALHOS

Taxa de Submissão: R$ 25,00

Submissão
Edital
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Modelo Apresentação

O tema

Confluências Ancestrais: Educação nas Amazônias

Partindo da proposta de um espaço de diálogo, reflexão e troca de saberes sobre as múltiplas formas de educar, aprender e produzir conhecimento nos territórios amazônicos, "Confluências Ancestrais: Educação nas Amazônias" traz a compreensão de que a Amazônia é plural, constituída por diferentes povos, culturas, territórios, histórias e modos de vida. O evento busca valorizar os saberes ancestrais e as experiências educativas que emergem das Amazônias. A proposta é reconhecer a educação como um campo atravessado pelas relações entre memória, identidade, território, cultura e resistência. 

​

Confluências Ancestrais nasce, assim, como um convite para olhar a educação a partir das próprias Amazônias: reconhecendo seus saberes, escutando suas vozes e construindo, coletivamente, possibilidades para uma educação comprometida com os territórios, com a diversidade e com a valorização das ancestralidades que constituem a região.

Objetivo Geral

A 28ª Semana de Pedagogia da FACED/UFAM tem como objetivo promover reflexões, debates e trocas de saberes acerca das pedagogias que valorizam a diversidade e a (re)existência dos povos amazônicos, fortalecendo práticas educativas comprometidas com a inclusão, a equidade e a transformação social. O evento busca criar um espaço formativo que estimule a consciência crítica sobre o papel da educação diante das desigualdades históricas e das múltiplas identidades presentes na Amazônia, reconhecendo a importância de uma formação que considere a pluralidade de contextos e realidades. A partir do diálogo entre teoria e prática, pretende-se compreender a escola e os demais espaços educativos como locais de resistência e de produção de novos sentidos para a pedagogia contemporânea, reafirmando o compromisso da educação com a construção de uma sociedade mais justa, diversa e humanizadora.

Objetivos Específicos

Discutir as diferentes expressões da diversidade na educação amazônica.

  • Refletir sobre como as questões étnico-raciais, de gênero, territoriais, culturais e ambientais influenciam os processos educativos.

  • Reconhecer que a diversidade é um valor essencial da educação, e não um desafio a ser superado, promovendo o respeito às diferenças como princípio pedagógico.

Valorizar saberes e práticas pedagógicas construídas a partir das realidades e resistências amazônicas.

  • Dar visibilidade às experiências educativas que surgem das comunidades locais, povos tradicionais, ribeirinhos e indígenas.

  • Compreender como essas práticas expressam formas de (re)existir que rompem com modelos coloniais e centralizadores de ensino.

  • Incentivar a construção de currículos mais próximos da realidade amazônica e da pluralidade de saberes que compõem a região.

Estimular a formação crítica e reflexiva de estudantes e educadores.

  • Promover a análise das condições sociais, políticas e ambientais que atravessam a prática docente na Amazônia.

  • Fortalecer o compromisso dos futuros pedagogos com uma educação libertadora, dialógica e comprometida com os direitos humanos.

  • Estimular o protagonismo estudantil na produção e socialização de conhecimento.

Promover o intercâmbio de experiências entre pesquisadores, professores e discentes.

  • Criar espaços de diálogo horizontal, onde diferentes perspectivas e experiências possam ser compartilhadas.

  • Ampliar as redes de colaboração entre instituições e sujeitos comprometidos com a educação na Amazônia.

  • Estimular a socialização de trabalhos científicos e práticas pedagógicas inovadoras desenvolvidas por educadores e estudantes.

Reconhecer a Amazônia como território educativo vivo.

  • Refletir sobre a Amazônia não apenas como espaço geográfico, mas como território de saberes, práticas e identidades em constante (re)existência.

  • Compreender o papel da educação na preservação da vida, da cultura e do meio ambiente amazônico.

  • Promover a valorização das pedagogias que emergem desse território como caminhos de resistência, esperança e transformação social.

REALIZAÇÃO

APOIO

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